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ESPECIAL: impulsionados pelo fenômeno XP e juro baixo, agentes autônomos buscam maioridade

São Paulo, 10/12/2018 – O fenômeno da ‘desbancarização’ impulsionado pela corretora XP, mais recentemente acompanhado pela busca das pessoas físicas por alternativas de investimento, na esteira da queda do juro, fomentam um crescimento exponencial dos agentes autônomos. Esses profissionais, responsáveis por identificar as melhores opções de investimento, já somam quase 5 mil, organizados em escritórios que, por vezes, administram um volume de recursos que chega à casa de R$ 5 bilhões, superando a carteira de algumas corretoras.

Agora, com a perspectiva de chegarem a um contingente de pelo menos 15 mil nos próximos dois anos, querem a maioridade. Este mês, representados pela Associação Brasileira dos Agentes Autônomos Independentes (ABAAI), estiveram com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para apresentar pleitos. Querem mudar de nome, para assessores de investimento, pois entendem que precisam ser reconhecidos pelas funções e níveis de conhecimento exigidos frente a um leque de opções de investimento muito mais amplo do que quando esses profissionais nasceram, quase que 100% focados em ações.

Acreditam também que precisam se livrar de algumas amarras, como por exemplo, da exigência da certificação junto a Ancord para qualquer profissional ou sócio investidor que venha a se juntar a esses escritórios.

Os agentes autônomos querem ainda ser “donos” de seus clientes, que atualmente são das corretoras, para agregar valor à seus escritórios, hoje limitados à receita com serviços prestados. Teriam paralelamente poder para “carregar” a carteira de clientes para outras corretoras, o que não é permitido, já que trabalham com exclusividade de distribuição de produtos de uma única plataforma. Hoje, quase que a totalidade dos agentes autônomos está ligado à plataforma da XP.

A CVM deve estudar o assunto no ano que vem, dentro de um grupo de trabalho dedicado. Os agentes autônomos devem ser beneficiados igualmente por alterações nos custos de observância que a autarquia estrutura para todo o mercado.

“Os agentes autônomos só podem exercer a profissão como pessoas físicas em sociedades simples, ou seja, nas quais os riscos do negócio recaem sobre as pessoas físicas”, explica Guilherme Cooke, sócio do Cepeda Advogados, que representa a ABAAI em assuntos jurídicos. Essa exposição a que ficam submetidos o patrimônio pessoal dos profissionais somado a outros entraves para atração de sócios investidores prejudicam, de acordo com Cooke, o crescimento organizado desse mercado.

“As propostas da ABAAI proporcionam mais robustez para a atividade, tendem a aumentar as barreiras de entrada, porque exigirão investimentos em compliance, e trazem uma realidade empresarial para esses profissionais”, diz. Ele lembra que para as corretoras essa estrutura pode ser interessante, ainda que percam a posse total dos clientes, uma vez que respondem integralmente por custos de supervisão e de indenização dos clientes.

O presidente da ABBAI, Marcello Popoff, fundador do escritório Lifetime, plugada à XP e com cerca de R$ 1 bilhão em ativos sob gestão, lembra que a atual instrução 497 da CVM, que rege os agentes autônomos foi importante para que esses profissionais entendessem os limites da profissão, de assessor de investimento e não um profissional de aconselhamento.

Entretanto, quando a regulação foi criada, não havia uma percepção clara sobre como esses escritórios cresceriam. “Não queremos mudar o escopo de atuação dos agentes autônomos e entendemos que as mudanças, principalmente, relacionadas à desvinculação dos clientes podem causar desconforto entre as corretoras, dado o investimento que fizeram em suas plataformas para melhor atender esses clientes. Mas acredito que podemos chegar a um consenso e que esse deva ser o caminho”, afirma.

No horizonte de Popoff estão entre 10 a mil a 15 mil agentes autônomos que devem desembarcar nesse mercado, vindo majoritariamente das áreas de gerência dos grandes bancos, onde, normalmente reportam sentirem-se profissionalmente limitados. Do universo atual de quase 5 mil agentes autônomos, 25% estão associados na ABAAI por meio de 110 escritórios onde trabalham, com R$ 40 bilhões sob custódia. A expectativa de Popoff é que em 2020 esse contingente alcance mais de 300 escritórios.

Relativamente ao potencial de poupança do brasileiro – de R$ 3,3 trilhões, com cerca de 90% em aplicações financeiras atualmente nos bancos – trata-se de uma profissão com grande possibilidade de ascensão. “Ainda há um grande espaço para ser navegado”, nota Felipe Bichara, sócio do escritório Faros Investimentos, atualmente o maior vinculado à XP Investimentos, com R$ 5,5 bilhões sob administração e focado na alta renda.

Para Bichara, que quer atingir R$ 15 bilhões em ativos até 2020, o universo é extenso também para as plataformas de distribuição, já que a diversidade de oferta de instrumentos e produtos de investimento está entre um dos principais atributos para atração desses profissionais. (Cynthia Decloedt – cynthia.decloedt@estadao.com)

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Reforço na Faros

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Ex-chefe do Safra vai para Faros Investimentos, escritório ligado à XP // Dezembro de 2018

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“Agora tenho meus clientes e sou empreendedor”, diz ex-chefe do Safra que vai para Faros Investimentos // Dezembro de 2018

Veja a matéria aqui.

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Recordes de produtividade

Veja a matéria aqui.

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Os agentes autônomos querem ‘virar’ empresa e até ir pra Bolsa

Plataformas abertas de corretoras colocaram bilhões na mão deles. Regulação trata negócio como operação de pessoa física e cria barreiras para captação de recursos e profissionalização

Leia a matéria no site: https://www.seudinheiro.com/os-agentes-autonomos-querem-virar-empresa-e-ate-ir-pra-bolsa

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O Globo // Outubro de 2018

Gerentes de banco: de vilões a objeto de cobiça do mercado de investimentos.

Leia a matéria no site: https://oglobo.globo.com/economia/gerentes-de-banco-de-viloes-objeto-de-cobica-do-mercado-de-investimentos-23134690

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Estadão // Outubro de 2018

Faros, maior escritório de agentes autônomos da XP, quer ser ainda maior.

Leia a matéria no site: https://economia.estadao.com.br/blogs/coluna-do-broad/faros-maior-escritorio-de-agentes-autonomos-da-xp-quer-ser-ainda-maior

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Reuters.com // Julho de 2018

Maior agente autônomo, Faros Investimentos mira R$10 bi em ativos até 2020, diz sócio

Leia a matéria: https://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKBN1KE1M2-OBRBS

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Infomoney // Abril de 2018

Maior escritório da XP ganha mercado com modelo private independente e sem custo

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Investidor Institucional // Junho de 2017

Crescimento dos AAIs

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Infomoney // Junho de 2017

Faros ganha prêmio de melhor escritório de investimentos do país

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Infomoney // Maio de 2017

Escritório líder de mercado mira marca de R$ 5 bilhões com aposta em clientes milionários

Agente autônomo Faros incorpora AX Capital e planeja virar DTVM

Valor Econômico // Maio de 2016

Agente autônomo Faros incorpora AX Capital e planeja virar DTVM

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Infomoney // Fevereiro de 2016

Conheça o 1º escritório de investimentos com mais de R$ 1 bi em patrimônio

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O Globo – Economia // Maio de 2015

Agente autônomo se diversifica para seguir em mercado instável

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Valor Econômico // Outubro de 2013

A Faros Investimentos, empresa de agentes autônomos com pouco mais de R$ 400 milhões em ativos sob distribuição, fechou um acordo de operação com a XP Investimentos. Os negócios realizados pelos clientes da empresa, que antes passavam pela Máxima Corretora, passarão a ser intermediados pela XP.

A mudança do parceiro envolve a busca por uma gama maior de produtos à disposição dos investidores e de uma instituição que tivesse ligação com bancos, segundo Samy Botsman, sócio da Faros. “Continuamos com um excelente relacionamento com a Máxima”, ressalta.

Pela plataforma da XP, todas as operações realizadas pelos clientes da Faros, incluindo alocações em fundos de investimento de terceiros distribuídos pela corretora, ficam centralizadas em uma única conta, o que traz maior facilidade operacional, afirma Felipe Bichara, sócio da Faros. “Sem essa estrutura, para investir em fundos de cinco gestores diferentes eu precisaria de cinco cadastros”, compara.

A Faros foi criada há pouco menos de três anos por ex-profissionais da área de atendimento a clientes de altíssima renda (private banking) do Banif, onde atuavam juntos desde 2005. A empresa possui hoje aproximadamente 420 clientes, com um investimento médio da ordem de R$ 1 milhão.

A história da empresa guarda semelhanças com a XP, que também começou como um escritório de agentes autônomos. Com a transferência dos clientes da Faros, a corretora encosta nos R$ 10,5 bilhões sob custódia. “Foi um namoro antigo”, diz Guilherme Benchimol, sócio-fundador da XP.

Depois de receber um aporte de capital da gestora General Atlantic no fim do ano passado, a corretora XP intensificou o trabalho de formação de novos agentes autônomos para vender os produtos de seu “shopping center financeiro”. A aposta é no aumento da procura por opções de investimento fora das agências bancárias com a esperada tendência de queda da taxa de juros no país no longo prazo.

Faros Investimentos

Arena do Pavini // Dezembro de 2012

Clientes da corretora do Cruzeiro do Sul vão para FarosInvest

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Valor Eocomômico – Eu & Investimentos // Maio de 2011

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Jornal O Globo // Economia

É melhor investir em ações via clube ou home broker?

Desde 2006 tenho investido em ações por meio de um clube de investimento. Tive momentos lucrativos, nos quais os 4% de custo eram quase despercebidos. Mas com a redução dos ganhos esse custo pode ser a diferença entre o azul e o vermelho. Estou no vermelho em comparação ao meu saldo de agosto 2008, mas positivo no período em relação a um CDB. Penso em sacar todo o investimento e passar a atuar pelo home broker, tendo cinco empresas na carteira para me livrar dos 4%. O que acha? (F.P.F.)

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